A FILHA CHEGA PARA O PAI E DIZ:
-Pai, não aguento mais a minha vizinha! Quero mata-la, mas tenho medo que descubram. O senhor pode me ajudar?
O PAI RESPONDEU:
-Posso sim meu amor, mas tem um porém... você vai ter que fazer as pazes com ela para que ninguém desconfie que foi você, quando ela morrer.
Você vai ter que cuidar bem dela, ser gentil, agradecida, paciente, carinhosa, menos egoísta, retribuir sempre, escutar mais...
... Esta vendo esse "pozinho" aqui? Todos os dias você vai colocar um pouco na comida dela. Assim, ela vai morrer aos poucos.
PASSADO 30 DIAS, A FILHA VOLTOU E DISSE:
-Eu não quero mais que ela morra! Eu passei a amá-la. E agora? Como eu faço para cortar o efeito do veneno?
O PAI ENTÃO RESPONDEU:
-Aquilo que eu te dei era pó de arroz, não se preocupe ela não vai morrer, pois o veneno estava em você! Quando alimentamos rancores, morremos aos poucos. Que possamos fazer as pazes conosco e com quem nos ofendeu. Que possamos tratar os outros, como gostaríamos de ser tratados. Que possamos ter a iniciativa de amar, de dar, de doar, de servir, de presentear...e não só a de querer ganhar, ser servido, tirar vantagem, e explorar os outros.
Que o amor de Deus nos alcance todos os dias, pois não sabemos se teremos tempo de nos purificarmos com este antidoto chamado perdão.
sábado, 9 de maio de 2015
quinta-feira, 30 de abril de 2015
Não julgue as pessoas pela aparência!
A cansada ex-professora se aproximou do balcão do supermercado. Sua perna esquerda doía e ela esperava ter tomado todos os comprimidos do dia: para pressão alta, tonteira e um grande número de outras enfermidades.
“Graças a Deus eu me aposentei há vários anos” – ela pensou. “Não tenho energia para ensinar hoje em dia” – imaginou. Imediatamente antes de se formar a fila para o balcão, ela viu um rapaz com quatro crianças e uma esposa, ou namorada, grávida.
A professora não pôde deixar de notar a tatuagem em seu pescoço. “Ele esteve preso”, pensou. Continuou a observá-lo. Sua camiseta branca, cabelo raspado e calças largas levaram-na a supor: “Ele é membro de uma gangue".
A professora tentou deixar o homem passar na sua frente.
- Você pode ir primeiro – ofereceu.
- Não, a senhora primeiro – ele insistiu.
- Não, você está com mais gente – disse a professora.
- Devemos respeitar os mais velhos – defendeu-se o homem.
E, com isto, fez um gesto largo indicando o caminho para a mulher. Um breve sorriso saiu em seus lábios enquanto ela mancou na frente dele. A professora que existia dentro dela não pôde desperdiçar o momento e, virando-se para ele, perguntou:
- Quem lhe ensinou boas maneiras?
- A senhora, Sra. Simpson, na terceira série.
(Paul Karrer)
“O homem vê o que está diante dos olhos, porém o Senhor olha para o coração”. (1 Samuel 16:7)
texto: Não julgue as pessoas pela aparência
site: Reflexâo.
COM VANDERLEI MIRANDA,
segunda-feira, 12 de maio de 2014
Comer sangue: O que a Bíblia ensina ?
Deus proibiu definitivamente comer sangue em todas as épocas. Nos dias logo após o dilúvio, o Senhor disse: "Pavor e medo de vós virão sobre todos os animais da terra e sobre todas as aves dos céus; tudo o que se move sobre a terra e todos os peixes do mar nas vossas mãos serão entregues. Tudo o que se move e vive ser-vos-á para alimento; como vos dei a erva verde, tudo vos dou agora. Carne, porém, com sua vida, isto é, com seu sangue, não comereis" (Gênesis 9:2-4). Na lei de Moisés, Deus simplesmente ordenou: "Qualquer homem da casa de Israel ou dos estrangeiros que peregrinam entre vós que comer algum sangue, contra ele me voltarei e o eliminarei do seu povo. Porque a vida da carne está no sangue. Eu vo-lo tenho dado sobre o altar, para fazer expiação pela vossa alma, porquanto é o sangue que fará expiação em virtude da vida" (Levítico 17:10-12). No Novo Testamento, a palavra de Deus continua a proibir o consumo de sangue: "Pois pareceu bem ao Espírito Santo e a nós não vos impor maior encargo além destas cousas essenciais: que vos abstenhais das cousas sacrificadas a ídolos, bem como do sangue, da carne de animais sufocados e das relações sexuais ilícitas; destas cousas fareis bem se vos guardardes. Saúde" (Atos 15:28-29). Veja também Atos 15:20; 21:25. Essas proibições se aplicam a nós hoje? Alguns dizem que não, e argumentam que esses mandamentos do Novo Testamento tinham um propósito especial: evitar ofender os preconceitos dos judeus e permitir a partilha de refeições entre judeus e gentios. Eles dizem que as admoestações de Atos 15 foram meros conselhos para promover boas relações, mas não tinham a intenção de serem mandamentos inalteráveis de Deus. Assim, eles ensinam, não precisamos mais seguir essas proibições. Há três problemas com tal abordagem.
Linguagem usada Esses não eram meramente conselhos de alguns homens. Atos 15:28 diz especificamente que o Espírito Santo autorizou esse ensinamento. Desde que o que os apóstolos disseram através do Espírito Santo foi inspirado por Deus (João 16:13; 1 Coríntios 14:37; 1 Tessalonicenses 2:13), não temos direito a pô-lo de lado. Ainda mais, esses mandamentos são chamados "cousas essenciais" (Atos 15:28). O que é essencial não é opcional e não pode ser anulado por nossa vontade. Finalmente, essas decisões deviam ser observadas pelos irmãos (Atos 16:4). A palavra "decisões" se refere a decretos e ordenanças. As outras passagens onde ela é usada na Bíblia são Lucas 2:1; Atos 17:7; Efésios 2:15; Colossenses 2:14 onde ela é traduzida como "decretos" e "ordenanças". Elas se referem a mandamentos obrigatórios, quer de César, nas primeiras duas passagens (Lucas 2:1; Atos 17:7), quer de Deus nas duas últimas (Efésios 2:15; Colossenses 2:14). A palavra "observar" é uma palavra freqüentemente usada na Bíblia em relação à obediência da lei: veja Atos 7:53 e 21:24 como exemplos. A linguagem usada nessas decisões certamente não deixa a impressão de que eram opcionais ou temporárias.
Contexto O contexto de Atos 15 envolve a situação de alguns judeus cristãos tentarem forçar os gentios a guardarem a lei de Moisés (veja versículos 1 e 5). A idéia nesse capítulo era para mostrar que essa posição era errada. Os gentios não precisavam guardar a lei de Moisés. Pedro referiu-se a guarda da lei de Moisés como "um jugo que nem nossos pais puderam suportar, nem nós" (Atos 15:10). Paulo não permitiu que Tito fosse circuncidado, porque ele não queria dar a entender que concordava de algum modo com esses mestres judaizantes (veja Gálatas 2:1-5, que provavelmente se refere ao mesmo encontro). Nesse contexto, seria quase impossível imaginar que os apóstolos mudassem de idéia e pedissem aos gentios que fizessem exatamente o que os falsos mestres queriam, isto é, que guardassem a lei de Moisés. Tal grupo estava absolutamente determinado a não perturbar os gentios, mas somente informá-los sobre os mandamentos essenciais. (Atos 15:19). É difícil imaginá-los emitindo decretos a uma grande área meramente para acomodar o preconceito judeu. Isto seria fazer exatamente o que os falsos mestres queriam. Queira ler Atos 15 e examinar o texto cuidadosamente. O contexto mais amplo mostra que esses mandamentos eram ensinados em vários lugares (Atos 16:4) e ainda estavam em vigor alguns anos depois (Atos 21:25). Eles não estavam lidando só com um assunto temporário local. Esses mandamentos também fazem parte dos ensinamentos apostólicos revelados pela boca de Deus.
É significativo, contudo, que a proibição contra comer sangue não se tenha originado na lei de Moisés, mas tenha feito parte da ordem de Deus para a humanidade desde o dia em que ele autorizou os homens a comer carne de animais (Gênesis 9). Não foi somente comer sangue e coisas estranguladas o que foi proibido nessas decisões. Foram também a fornicação e as "contaminações dos ídolos" (Atos 15:20). Se a proibição quanto a comer sangue não pretendesse ser universal, então a proibição contra a fornicação e a idolatria também não teriam a intenção de serem universais. Não se pode entendê-la de duas maneiras: se um desses itens está certo hoje, todos eles estão. Se um deles está errado hoje, todos também estão. Linguagem idêntica é usada para descrever todos eles. Sabemos que a fornicação e a idolatria são sempre erradas. Não há situação, ou lugar, ou tempo no qual o Novo Testamento permita qualquer delas. Assim, não há situação, ou lugar, ou tempo no qual o Novo Testamento permita comer sangue. Uma objeção freqüentemente levantada é que as "contaminações dos ídolos" eram às vezes aceitáveis na Bíblia. Isto é incorreto. A expressão usada em Atos 15:20 não é usada em nenhuma outra ocasião no Novo Testamento. A expressão usada em Atos 15:29; 21:25 é usada também em 1 Coríntios 8:1, 4, 7, 10; 10:19; Apocalipse 2:14, 20. Todas essas passagens condenam quanto a comer "cousas sacrificadas aos ídolos."
1 Coríntios 8-10 condena comer "cousas sacrificadas aos ídolos" por duas razões: isso viola o amor ao nosso próximo, porque encoraja os irmãos a pecarem (1 Coríntios 8) e viola o amor a Deus, porque é idolatria (1 Coríntios 10:14-22). Paulo diz claramente que não se pode participar na ceia do Senhor sendo participante da mesa dos ídolos (1 Coríntios 10:19-22; veja também Mateus 6:24). Alguns acreditam que 1 Coríntios 10:23-33 permite comer "cousas sacrificadas aos ídolos" porque permite aos cristãos comprar carne no açougue sem perguntar compulsivamente qual a origem da carne. Mas quando a carne é comprada no açougue ela já não se enquadra na categoria de "cousas sacrificadas aos ídolos", e por essa razão pode ser comida pelo cristão. Chamar alguma coisa de "alimento sacrificado aos ídolos" implica que seja alimento sendo comido em ligação com a festa do ídolo. Observe cuidadosamente as passagens no Apocalipse:"Tenho todavia, contra ti algumas cousas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de Balaão, o qual ensinava a Balaque a armar ciladas diante dos filhos de Israel para comerem cousas sacrificadas aos ídolos e praticarem a prostituição.... Tenho, porém, contra ti o tolerares que essa mulher, Jezabel, que a si mesma se declara profetisa, não somente ensine, mas ainda seduza os meus servos a praticarem a prostituição e a comerem cousas sacrificadas aos ídolos" (Apocalipse 2:14, 20). Essas passagens mostram que Deus considera o comer alimento sacrificado aos ídolos como idolatria (observe Apocalipse 2:15-16, 21-23). Quando se entende que fornicação e idolatria são sempre erradas, torna-se fácil ver que comer sangue é errado também.
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Batismo nas Águas
BATISMO NAS ÁGUAS
Algumas pessoas falam sobre o batismo, assistiram a batismo, outros até já foram batizados, mas ainda não sabem o seu verdadeiro significado. Primeiro, quero começar por dizer que o batismo é um mandamento de JESUS.
É UM MANDAMENTO DE JESUS!Na Bíblia, no livro de Marcos, capítulo 16 e versículos 15 e 16 podemos ler o que o próprio JESUS disse: - "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" JESUS TAMBÉM FOI BATIZADO - para em tudo ser o nosso exemplo.Mateus 3:13-15 - “Então veio JESUS da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? JESUS, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu”.
OS DISCÍPULOS TAMBÉM PRATICAVAM este mandamento de JESUS Atos 2:37-39 - " E, ouvindo eles isto, compungiam-se em seu coração, e perguntavam a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos varões irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe; a tantos quantos DEUS nosso Senhor chamar."
QUAL O SIGNIFICADO DO BATISMO NAS ÁGUAS?O Batismo nas águas simboliza o pacto entre JESUS e a pessoa que recebeu JESUS como Salvador. É uma manifestação pública da sua fé em JESUS. É feita diante de DEUS dos anjos e dos homens. O Batismo simboliza a nossa morte para o velho « EU », os caminhos errados, o pecado e o mundo. O Batismo simboliza a ressurreição de uma nova vida com DEUS. O Batismo é um funeral - a morte do « EU ». O mergulhar nas águas quer dizer que morremos para nós próprios e para o mundo. As águas simbolizam o sangue de JESUS no qual mergulhados ficamos aliviados dos nossos pecados. O sair das águas simboliza o ressuscitar - nascer de novo - para uma nova vida com JESUS (Romanos 6:3-4).
DEVEMOS BATIZAR BEBES?Não! Porque o batismo nas águas é um ato de fé para ser feito após se ter nascido de novo. Como pode um bebê fazer uma decisão e quanto mais decisão de fé? Cada pessoa é responsável por si só diante de DEUS.
O BATISMO SALVA?Não! Não é batismo em si que salva. Quem salva é só JESUS CRISTO. Em alguns círculos religiosos ensinam que uma pessoa só é salva depois de se batizar. Mas, então o que poderíamos pensar do ladrão que foi crucificado ao lado de JESUS? O próprio JESUS lhe disse que Ele estaria com Ele no paraíso naquele mesmo dia. Alguém pode dizer: “Mas ele não foi batizado!" Não estaria por isso salvo? Claro que sim! JESUS salvou-o. Salvação consiste em dar a vida a JESUS, aceitá-lo como Senhor e Salvador, isto é, nascer de novo.
BATISMO NO ESPÍRITO SANTO1) É UMA EXPERIÊNCIA SUBSEQÜENTE À SALVAÇÃOAtos 2:38-39 - "E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a tantos quantos DEUS nosso Senhor chamar" 2) A PROMESSA E CUMPRIMENTO DE JESUSPromessa - Atos 1:4, 5 e 8 Cumprimento - Atos 2:1-4 Evidência do Batismo no ESPÍRITO SANTO - Atos 2:5-133) O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO TRAZ O PODER DE DEUS Atos 1:5 e 8 “ ... AS COISAS VELHAS SE PASSARÃO E TUDO SE FEZ NOVO “JESUS CRISTO!
Algumas pessoas falam sobre o batismo, assistiram a batismo, outros até já foram batizados, mas ainda não sabem o seu verdadeiro significado. Primeiro, quero começar por dizer que o batismo é um mandamento de JESUS.
É UM MANDAMENTO DE JESUS!Na Bíblia, no livro de Marcos, capítulo 16 e versículos 15 e 16 podemos ler o que o próprio JESUS disse: - "E disse-lhes: Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda a criatura. Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado" JESUS TAMBÉM FOI BATIZADO - para em tudo ser o nosso exemplo.Mateus 3:13-15 - “Então veio JESUS da Galiléia ter com João junto do Jordão, para ser batizado por ele. Mas João opunha-se-lhe, dizendo: Eu careço de ser batizado por ti, e vens tu a mim? JESUS, porém, respondendo, disse-lhe: Deixa por agora, porque assim nos convém cumprir toda a justiça. Então, ele o permitiu”.
OS DISCÍPULOS TAMBÉM PRATICAVAM este mandamento de JESUS Atos 2:37-39 - " E, ouvindo eles isto, compungiam-se em seu coração, e perguntavam a Pedro e aos demais apóstolos: Que faremos varões irmãos? E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO; Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos e a todos os que estão longe; a tantos quantos DEUS nosso Senhor chamar."
QUAL O SIGNIFICADO DO BATISMO NAS ÁGUAS?O Batismo nas águas simboliza o pacto entre JESUS e a pessoa que recebeu JESUS como Salvador. É uma manifestação pública da sua fé em JESUS. É feita diante de DEUS dos anjos e dos homens. O Batismo simboliza a nossa morte para o velho « EU », os caminhos errados, o pecado e o mundo. O Batismo simboliza a ressurreição de uma nova vida com DEUS. O Batismo é um funeral - a morte do « EU ». O mergulhar nas águas quer dizer que morremos para nós próprios e para o mundo. As águas simbolizam o sangue de JESUS no qual mergulhados ficamos aliviados dos nossos pecados. O sair das águas simboliza o ressuscitar - nascer de novo - para uma nova vida com JESUS (Romanos 6:3-4).
DEVEMOS BATIZAR BEBES?Não! Porque o batismo nas águas é um ato de fé para ser feito após se ter nascido de novo. Como pode um bebê fazer uma decisão e quanto mais decisão de fé? Cada pessoa é responsável por si só diante de DEUS.
O BATISMO SALVA?Não! Não é batismo em si que salva. Quem salva é só JESUS CRISTO. Em alguns círculos religiosos ensinam que uma pessoa só é salva depois de se batizar. Mas, então o que poderíamos pensar do ladrão que foi crucificado ao lado de JESUS? O próprio JESUS lhe disse que Ele estaria com Ele no paraíso naquele mesmo dia. Alguém pode dizer: “Mas ele não foi batizado!" Não estaria por isso salvo? Claro que sim! JESUS salvou-o. Salvação consiste em dar a vida a JESUS, aceitá-lo como Senhor e Salvador, isto é, nascer de novo.
BATISMO NO ESPÍRITO SANTO1) É UMA EXPERIÊNCIA SUBSEQÜENTE À SALVAÇÃOAtos 2:38-39 - "E disse-lhes Pedro: Arrependei-vos, e cada um de vós seja batizado em nome de JESUS CRISTO, para perdão dos pecados; e recebereis o dom do ESPÍRITO SANTO. Porque a promessa vos diz respeito a vós, a vossos filhos, e a todos os que estão longe: a tantos quantos DEUS nosso Senhor chamar" 2) A PROMESSA E CUMPRIMENTO DE JESUSPromessa - Atos 1:4, 5 e 8 Cumprimento - Atos 2:1-4 Evidência do Batismo no ESPÍRITO SANTO - Atos 2:5-133) O BATISMO NO ESPÍRITO SANTO TRAZ O PODER DE DEUS Atos 1:5 e 8 “ ... AS COISAS VELHAS SE PASSARÃO E TUDO SE FEZ NOVO “JESUS CRISTO!
sexta-feira, 28 de março de 2014
Qual é o papel da igreja no mundo atual?
Qual é o papel da igreja no mundo atual?
Em tempos tão conturbados como estes em que estamos vivendo,os cristãos precisam ter em mente,com muita clareza,qual é o seu papel no mundo. Digo isso,a propósito,por perceber que,muitos são os crentes que estão confusos.
É triste perceber que a esperança da maioria é puro escapismo,pois não esperam estar no mundo quando na manifestação do anticristo. E nem percebem a insensatez da ideia da aparição do anticristo após a remoção da igreja e do Espirito santo da terra. Pois, se o anticristo se levantasse quando já não estivessem mais na terra nem a igreja (o corpo de cristo) e nem o Espirito de Deus ,neste caso,ele seria anti o que? Observe que o próprio João,autor do apocalipse,disse que,já no seu tempo,"muitos anticristos (haviam) tem surgido pelo que sabemos que é a ultima hora." (1 Jo. 2.18).Portanto,em vez de estarem aguardando um escape do anticristo, os cristãos deveriam reconhecer,confrontar e encarar as distintas manifestações do mal no tempo presente,que se opõem aos valores e a pessoa de cristo. Em vez disso, boa parte se contenta com o papel de meros espectadores dos eventos escatológicos. São "crentes de arquibancada" , que vivem alienados e a margem do processo histórico. Outros, por sua vez, assumem o papel de agoureiros do fim, alguns chegam até a esboçar alguma espécie de alegria mórbida diante das catástrofes, o que não se justifica, nem mesmo com a alegação de que as escrituras estão se cumprindo. Pois Deus não se alegra com o mal e nem com o sofrimento ou com a morte de quem quer que seja. (Ez. 33.11 e 1 Co. 13.6).
Os textos bíblicos que tratam de escatologia não existe para saciar a nossa curiosidade, nem para nos tonar mais "sabidos", nem nos tonar espectadores e nem muito menos para servir de escapismo e fuga da realidade. Jesus deixou claro qual deveria ser o papel dos cristãos: "Vós sois a luz do mundo e o sal da terra" (Mt. 5.13 e 14). Luz, sabemos, tem a ver com a vida, verdade, justiça e paz; enquanto o sal possui duas propriedades muito relevantes para o tema em questão, a saber: preservação e tempero. Soma-se a isto, muitos outros textos que nos exortam a orarmos e buscarmos a paz, entre eles: (1 Tm. 2 e 1 Pe 3.11; Rm 12.18, Hb 12.14, e Tg 3:18) e a sermos servos da justiça (Rm. 3.18).Portanto, a Igreja possui uma enorme responsabilidade social.
Os cristãos, como embaixadores que são de Cristo (2Co 5.20) e como promotores do bem,
da paz, do amor, da verdade e da justiça, devem assumir uma postura ativa, como
protagonistas da história,na construção de uma sociedade melhor e na promoção da paz,
da justiça e da alegria, que são características marcantes do Evangelho do Reino que pregamos e vivemos.
Neste sentido, a Igreja deve ser testemunha vivada eficácia e do valor
de seu próprio ensino.
Portanto, por exemplo, não podemos propor a paz ao mundo, quando
nós mesmos vivemos em guerra e não conseguimos resolver conflitos pessoais e
corriqueiros, que em sua maioria, são bem menos complicados, se comparados aos
grandes conflitos mundiais.
A nossa luz deve brilhar não apenas em palavras, mas,
principalmente, em boas obras (Mateus 5:16) e em atitudes que revelem o nosso
compromisso com a mensagem do Evangelho.Aguardamos e apressamos a Vinda de
Nosso Senhor Jesus Cristo,não de braços cruzados, mas cumprindo a missão que Ele nos
deu (1 Pe 3), pois o Seu retorno está atrelado ao cumprimento da missão da Igreja (Mc 13.10).
quinta-feira, 27 de março de 2014
O ministério pastoral
1º Timóteo 3:1 Fiel é a palavra: se alguém almeja o episcopado, excelente obra almeja.
O assunto que abordo aqui, talvez ajude alguns a entender melhor uma questão que vez por outra, encontramos em conversas e debates em vários locais eclesiásticos ou não e até mesmo pela internet. Me proponho a aprofundar a análise do significado e sentido bíblico do ministério pastoral, partindo da premissa de que se trata de uma missão específica e singular, tendo como respaldo o chamado divino e como ferramenta(s) de trabalho, dons e talentos naturais e espirituais, doados por Deus. Portanto, penso que muitas polêmicas ocorrem quando se desconhece a missão, o chamado divino e o uso dos dons e talentos com relação ao pastorado. 1. A Missão Atos 9: 15 e 16 Vai, porque este é para mim um instrumento para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel, pois Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu Nome.
Retornando ao meu argumento da disponibilidade, o pastor muitas vezes é chamado pelo rebanho para estar presente em momentos de profunda alegria e também de profunda tristeza. Faz-se um casamento a noite e um culto funebre na mnhã seguinte. Dedica-se uma criança a Deus e logo depois visita-se um enfermo em um leito de hospital. São situações que as pessoas desejam a presença de seu pastor, e dele exigem disposição e prontidão em assistí-los. São momentos e situações marcantes para as pessoas e o bom pastor deve estar lá, participando da alegria ou da tristeza, sempre levando a Palavra de Deus que trará ou o conforto para quem está em angústia ou a orientação para aquele que celebra.
É um trabalho que requer saúde mental, física, emocional e espiritual. É um serviço que requer esforço, dedicação, responsabilidade e renúncia.
Além disso, a missão de pastorear exige a atualização contínua, o aperfeiçoamento das metodologias e das práticas, bem como o constante mergulho na infinitude do conhecimento bíblico. O pastor deve sempre buscar aprender teoricamente (cursos, atualizações, etc…) como também na sua experiência do dia-a-dia pastoral. Aprender a ouvir a Deus cada vez mais e também as pessoas. Reconhecer que é servo e depende de Deus para fazer o trabalho e que o rebanho não é dele, mas do Senhor, e que foi chamado para levar esse rebanho ao bom alimento, boa água, descanso e a proteção do Bom Pastor, Cristo.
Portanto, a discussão sobre salário é totalmente equivocada, porque muitos não entendem esse conceito. O salário não é o pagamento pelos serviços prestados. O salário pastoral é para poder prestar o serviço.
E o valor? Pode o pastor ter carteira assinada?
Ora, o valor varia de pastor para pastor. depende do tamanho de sua família. Depende do tamanho do rebanho que pastoreia. Mas, principalmente, depende do entendimento sobre essa questão e enfaticamente, depende do amor que o rebanho tem pelo seu pastor.
Com relação a carteira assinada e possuir vínculos empregatícios, penso que são formas usadas em algumas denominações que trazem muito mais obscurantismo sobre a questão do que esclarecimentos. Produzem ou incentivam o conceito que já mencionei, do pagamento pelo trabalho realizado, ou pior do pastor como um empregado da igreja e um funcionário tendo a igreja como seu patrão. Outras formas e métodos para sustentar seu pastor devem ser buscadas, não criando ainda mais problemas onde já existem tantos.
4. Os Maus Pastores
2ºPEdro 2:1b,2 e 3 (…) assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras (…) e muitos seguirão suas práticas libertinas, e por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também movidos por avareza , farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado ha longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme (…)
Lamentavelmente, mas não surpreendemente, existem aqueles que não são legítimos pastores. Não foram chamados, muito menos são vocacionados. Não possuem capacitação de Deus para pastorear. Mas, estão por aí a fora causando muitos prejuízos a Igreja de uma forma geral e a muitos irmãos individualmente.
Usam e abusam da igreja para poder enriquecer, para ganharem notoriedade e para atrapalhar o ministério de pastores fiéis a Deus.
Não amam o rebanho, porque nunca amaram a Deus. Não sabem fazer o trabalho, porque não são trabalhadores do Reino da Luz, mas sim das Trevas.
Não podem ser contados com os bons pastores e nem os seus maus exemplos servirem de combustível para aumentar o entendimento sobre o que é e o que significa o ministério pastoral.
Para eles está reservado as trevas, a escuridão. Deus os julgará.
Concluindo…
A promessa da presença de Deus na vida do bom pastor é uma verdade e um fato a ser considerado por todos que exercem esse ministério. Essa presença nos fortalece, conforta e nos respalda. Sua Palavra nos guia e nos orienta. O Espírito Santo nos ensina e nos enche de alegria em poder serví-lo em tão sagrada missão.
E podemos ter a certeza, querido colega de ministério, que mesmo poucos entendendo o que é e o que significa ser pastor, Ele certamente entende. Ele amorosamente nos entende.
Senhor Deus que me chamou, lhe amo com todas as minhas forças, com todo o meu entendimento e com tudo que sou e tenho. Porque tudo vem de Ti, é para Ti e por Ti.1º Timóteo 3:1 Fiel é a palavra: se alguém almeja o episcopado, excelente obra almeja.
O assunto que abordo aqui, talvez ajude alguns a entender melhor uma questão que vez por outra, encontramos em conversas e debates em vários locais eclesiásticos ou não e até mesmo pela internet. Me proponho a aprofundar a análise do significado e sentido bíblico do ministério pastoral, partindo da premissa de que se trata de uma missão específica e singular, tendo como respaldo o chamado divino e como ferramenta(s) de trabalho, dons e talentos naturais e espirituais, doados por Deus. Portanto, penso que muitas polêmicas ocorrem quando se desconhece a missão, o chamado divino e o uso dos dons e talentos com relação ao pastorado. 1. A Missão Atos 9: 15 e 16 Vai, porque este é para mim um instrumento para levar o meu nome perante os gentios e reis, bem como perante os filhos de Israel, pois Eu lhe mostrarei quanto lhe importa sofrer pelo meu Nome.
Quando alguém é chamado e vocacionado por Deus para exercer o ministério pastoral recebe uma responsabilidade, um desafio e um trabalho muito maior que toda sua capacidade física, emocional ou intelectual poderiam conseguir realizar. É chamado para cumprir uma missão muito além de suas forças, intelecto ou influência. Terá que tratar com pessoas de todos os tipos (temperamentos, formação, história), e acima de tudo, terá que cuidar e liderar de forma que essas pessoas rumem ao crescimento e maturidade espiritual.
É um trabalho árduo, diário, constante e muitas vezes solitário.
Além de pregar, ensinar, treinar, discipular, visitar, administrar, liderar, aconselhar e estar presente em atividades e circunstâncias diversas, terá que se preparar sempre em oração, consagração, meditação e estudo da Palavra de Deus.
O rebanho do Senhor deve ser tratado com o máximo de cuidado, responsabilidade e amor. Por isso, o pastor terá muitas vezes que renunciar seus próprios interesses e planos em prol da edificação da congregação da qual Deus permitiu que apascentasse.
Além dessas tarefas que mencionei e de outras próprias do ofício pastoral (Batismo, Ceia,
Casamentos, etc…), do pastor é exigido disponibilidade. É um trabalho de 24 horas diárias. É um trabalho de tempo integral. Essa exigência do rebanho e penso da própria missão de pastorear, vê-se implícito no ministério do Senhor Jesus, de Paulo, Pedro, Timóteo, Tito e dos demais apóstolos e em todo o NT. Faço aqui uma respeitosa observação aos meus colegas pastores de tempo parcial. Sei que existem pastores de tempo parcial. Sei também e entendo, que em algumas circunstâncias o pastor se vê obrigado a ter um trabalho secular para poder sustentar a si e sua família dignamente. Sei que existem, lamentavelmente, igrejas que não se importam em suprir as necessidades de seu pastor. Sei também que alguns fazem a opção por não depender totalmente do ministério pastoral que exercem. Não estou aqui para julgá-los ou a seus motivos. Mas, mesmo esses entendem e sabem que o ministério pastoral exige tempo integral e que hoje uma realidade circunstancial os impede, mas que desejam no futuro poder cumprír esse ideal bíblico. Por isso, registro aqui o meu respeito a todos eles.
Casamentos, etc…), do pastor é exigido disponibilidade. É um trabalho de 24 horas diárias. É um trabalho de tempo integral. Essa exigência do rebanho e penso da própria missão de pastorear, vê-se implícito no ministério do Senhor Jesus, de Paulo, Pedro, Timóteo, Tito e dos demais apóstolos e em todo o NT. Faço aqui uma respeitosa observação aos meus colegas pastores de tempo parcial. Sei que existem pastores de tempo parcial. Sei também e entendo, que em algumas circunstâncias o pastor se vê obrigado a ter um trabalho secular para poder sustentar a si e sua família dignamente. Sei que existem, lamentavelmente, igrejas que não se importam em suprir as necessidades de seu pastor. Sei também que alguns fazem a opção por não depender totalmente do ministério pastoral que exercem. Não estou aqui para julgá-los ou a seus motivos. Mas, mesmo esses entendem e sabem que o ministério pastoral exige tempo integral e que hoje uma realidade circunstancial os impede, mas que desejam no futuro poder cumprír esse ideal bíblico. Por isso, registro aqui o meu respeito a todos eles.
Retornando ao meu argumento da disponibilidade, o pastor muitas vezes é chamado pelo rebanho para estar presente em momentos de profunda alegria e também de profunda tristeza. Faz-se um casamento a noite e um culto funebre na mnhã seguinte. Dedica-se uma criança a Deus e logo depois visita-se um enfermo em um leito de hospital. São situações que as pessoas desejam a presença de seu pastor, e dele exigem disposição e prontidão em assistí-los. São momentos e situações marcantes para as pessoas e o bom pastor deve estar lá, participando da alegria ou da tristeza, sempre levando a Palavra de Deus que trará ou o conforto para quem está em angústia ou a orientação para aquele que celebra.
É um trabalho que requer saúde mental, física, emocional e espiritual. É um serviço que requer esforço, dedicação, responsabilidade e renúncia.
Além disso, a missão de pastorear exige a atualização contínua, o aperfeiçoamento das metodologias e das práticas, bem como o constante mergulho na infinitude do conhecimento bíblico. O pastor deve sempre buscar aprender teoricamente (cursos, atualizações, etc…) como também na sua experiência do dia-a-dia pastoral. Aprender a ouvir a Deus cada vez mais e também as pessoas. Reconhecer que é servo e depende de Deus para fazer o trabalho e que o rebanho não é dele, mas do Senhor, e que foi chamado para levar esse rebanho ao bom alimento, boa água, descanso e a proteção do Bom Pastor, Cristo.
E, finalmente, precisa crer que todo esse trabalho, mesmo com lágrimas e suor muitas vezes, mesmo com ingratidões e decepções em outras, não é vão no Senhor.
2. A Capacitação
Efésios 4:11-12 E ele mesmo concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres com vistas ao aperfeiçoamenteo dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo…
Como bem disse, a missão de pastorear parte do rebanho do Senhor exige algo além do que é natural. É necessário uma capacitação espiritual, sobrenatural.
Para tanto, o pastor recebe, da parte de Deus, dons espirituais (ferramentas) para exercer seu trabalho. Dons como o de pastor, de ensino, de profeta e outros são doados a ele, sendo sempre algo singular, ou seja, não existe um pastor igual ao outro. Deus capacita cada um de uma forma própria e notamos isso claramente nos diversos ministérios exercidos por pastores. Uns enfocam mais o ensino, outros a pregação, outros ainda o trato com as pessoas, etc. São direcionados por Deus através da capacitação (dons) que recebem.
Diria, que cada algum recebe um “kit pastoral” contendo dons espirituais e talentos naturais, possibilitando a eles exercer a missão com eficácia, desde que os usem com responsabilidade e amor.
3. O salário
1ºTimóteo 5:18 (…) O trabalhador é digno de seu salário
1ºCoríntios 9:14 Assim ordenou também o Senhor aos que pregam o Evangelho que vivam do Evangelho (…)
Esse ponto, penso eu, é o mais polêmico. Não por que não seja esclarecido biblicamente, mas porque muitas pessoas, inclusive irmãos, tem total desconhecimento dessa questão.
Pode o pastor ter um salário? Pode ser remunerado?
Essas indagações e questionamentos advém do conceito que pastorear não é um trabalho. Muitos confundem ainda mais isso afirmando que ser pastor é uma questão de vocação, não uma profissão, por isso não deve ter salário.
Sempre respondo a estas pessoas asseverando que entendo que pastorear não é um trabalho profissional, mas não deixa por isso de ser um trabalho. O vocacionado não foi chamado para ser um desocupado. Ao contrário, foi chamado para trabalhar, e muito. O pastor não é um profissional, o pastorado não é uma profissão. Mas, é um trabalho!
Mas, deixa eu complicar mais um pouco a questão…
Engana-se quem pensa que o salário que um pastor possa receber de uma igreja é a paga por esse trabalho que exerce, cumprindo sua missão determinada pelo seu patrão, Deus. Engana-se quem pensa que o trabalho de um pastor possa ser remunerado.
O trabalho de pastorear não pode ser pago por dinheiro algum. O valor desse trabalho não é material, visível ou palpável. É em essência um trabalho espiritual e por isso não há dinheiro ou contribuição que possa pagá-lo dignamente ou corretamente.
A verdade bíblica é:
O pastor não recebe salário pelo que ele faz.
Recebe salário para poder fazer o que deve ser feito.
O salário pastoral é para o sustento do pastor e de sua família, para que ele possa ter tranquilidade para exercer seu ministério sem a preocupação com suas necessidades básicas e dos seus. Sem esse devido sustento, terá que buscar outras atividades, além das que já exerce.
Analisando biblicamente isso, nota-se que além disso que já expus, Paulo ao escrever aos coríntios (1 Coríntios 9), afirma que ele tinha o direito de ser apoiado pelas igrejas locais entre as quais trabalhava. Tinha o direito de comer e beber (v.4), o direito de levar uma esposa (v.5), o direito de não trabalhar secularmente (v.6). E quando analisamos mais profundamente o texto, vêmos que não eram direitos meramente fundamentados em conveniências ou desejos pessoais, mas na prática de outros apóstolos (v.5), com base na analogia da experiência humana, ou seja, nas ilustrações do soldado, do agricultor e do pastor (vs.7,10), com base na ordens claras da lei mosaica (vs. 8,9), com base nos direitos reconhecidos dos levitas no templo (v. 13), e, finalmente, com base no decreto explícito do próprio Cristo (v.14). Os que eram chamados para o serviço, o trabalho de tempo integral, fossem quem fossem, estivessem onde estivessem, eram, portanto, da direta responsabilidade das igrejas de Deus, ou seja, o cuidado pelos servos de Deus chamados para pastorear, era responsabilidade do povo de Deus, e ainda o são.
Por isso, penso que cada congregação deve refletir sobre isso e decidir que tipo de pastor deseja. Se preferir um de tempo integral, deve obrigatoriamente, sustentá-lo, bem como sua família de forma digna e fiel às Escrituras.
Um amigo certa vez me disse com verdade:
– Cada igreja tem o pastor que merece.
E é um fato. Se o pastor precisar diminuir de seu tempo para o pastorado por causa de outras atividades extra-pastorais para poder sustentar seu lar, não pode ser cobrado se seu pastorado não estiver dando os frutos desejados, se sua pregação não estiver bem preparada, se não faz visitas regularmente, se não é encontrado quando se precisa de um aconselhamento ou em um momento marcante ou ainda porque sua presença não é constante nos trabalhos e programações da igreja. Simplesmente, ele não pode estar em dois lugares ao mesmo tempo. É uma lei da física.
Portanto, a discussão sobre salário é totalmente equivocada, porque muitos não entendem esse conceito. O salário não é o pagamento pelos serviços prestados. O salário pastoral é para poder prestar o serviço.
E o valor? Pode o pastor ter carteira assinada?
Ora, o valor varia de pastor para pastor. depende do tamanho de sua família. Depende do tamanho do rebanho que pastoreia. Mas, principalmente, depende do entendimento sobre essa questão e enfaticamente, depende do amor que o rebanho tem pelo seu pastor.
Com relação a carteira assinada e possuir vínculos empregatícios, penso que são formas usadas em algumas denominações que trazem muito mais obscurantismo sobre a questão do que esclarecimentos. Produzem ou incentivam o conceito que já mencionei, do pagamento pelo trabalho realizado, ou pior do pastor como um empregado da igreja e um funcionário tendo a igreja como seu patrão. Outras formas e métodos para sustentar seu pastor devem ser buscadas, não criando ainda mais problemas onde já existem tantos.
4. Os Maus Pastores
2ºPEdro 2:1b,2 e 3 (…) assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras (…) e muitos seguirão suas práticas libertinas, e por causa deles, será infamado o caminho da verdade; também movidos por avareza , farão comércio de vós, com palavras fictícias; para eles o juízo lavrado ha longo tempo não tarda, e a sua destruição não dorme (…)
Lamentavelmente, mas não surpreendemente, existem aqueles que não são legítimos pastores. Não foram chamados, muito menos são vocacionados. Não possuem capacitação de Deus para pastorear. Mas, estão por aí a fora causando muitos prejuízos a Igreja de uma forma geral e a muitos irmãos individualmente.
Usam e abusam da igreja para poder enriquecer, para ganharem notoriedade e para atrapalhar o ministério de pastores fiéis a Deus.
Não amam o rebanho, porque nunca amaram a Deus. Não sabem fazer o trabalho, porque não são trabalhadores do Reino da Luz, mas sim das Trevas.
Não podem ser contados com os bons pastores e nem os seus maus exemplos servirem de combustível para aumentar o entendimento sobre o que é e o que significa o ministério pastoral.
Para eles está reservado as trevas, a escuridão. Deus os julgará.
Concluindo…
A promessa da presença de Deus na vida do bom pastor é uma verdade e um fato a ser considerado por todos que exercem esse ministério. Essa presença nos fortalece, conforta e nos respalda. Sua Palavra nos guia e nos orienta. O Espírito Santo nos ensina e nos enche de alegria em poder serví-lo em tão sagrada missão.
E podemos ter a certeza, querido colega de ministério, que mesmo poucos entendendo o que é e o que significa ser pastor, Ele certamente entende. Ele amorosamente nos entende.
Senhor Deus que me chamou, lhe amo com todas as minhas forças, com todo o meu entendimento e com tudo que sou e tenho. Porque tudo vem de Ti, é para Ti e por Ti.1º Timóteo 3:1 Fiel é a palavra: se alguém almeja o episcopado, excelente obra almeja.
a inportância da santa ceia
Importância da Santa Ceia para a Igreja de Cristo: A Ceia do Senhor Jesus, é uma das Festas mais solene da Igreja, de muitíssima importância. A sua importância relaciona-se com o passado, o presente e futuro.
ASua importância no Passado: É um ato «memorial» (gr. anamnesias) da morte de Cristo no Calvário, para nos remir da condenação (Luc 22.19; 1 Cor 11.24-26). «...Fazei isto em memória de mim...». Este é um importante elemento na Ceia do Senhor Jesus. Trata-se de uma memorial em face de tudo quanto Cristo foi e fez pelos homens, sobre tudo em sua expiação. Umas das funções da Ceia do Senhor Jesus é de fazer-nos lembrar a redenção que possuímos através de Cristo, que estende potencialmente a todos os homens, tal como a páscoa levou a nação de Israel a lembrar-se de sua redenção da servidão no Egito. Na celebração da Santa Ceia, as nossas mentes se voltam para o Calvário, relembrando do Sacrifício de Jesus, em nosso favor. Embora, que em todo tempo devemos lembrar-nos deste Santo Sacrifício, todavia, temos um dia especifico e oportuno para esta comemoração e meditação. É também um ato de «ação de graças» (gr. eucharistia) pelos benefícios provenientes do sacrifício de Jesus Cristo (Mat 26.27,28; Marc 14.23; Luc 22.19). «...Fazei isto...», isto é, «repeti este rito memorial, em lembrança de minha pessoa». Cumpre-nos relembrar tudo quanto Cristo fez em prol da humanidade, na redenção e na esperança que Ele nos trouxe; não permitamos que a sua vida seja vã para conosco, reconheçamos a importância da mesma. Tudo isso devemos perenemente relembrar.A ordenança sobre o elemento «memorial» da Ceia do Senhor Jesus, é levada a efeito para mostrar Cristo aos homens, para conservá-lo na lembrança dos crentes, e, sobretudo para relembra a «morte» de Cristo. É importante conservar o seu sacrifício expiatório perante os olhos dos homens. Este «memorial» entrou em vigor desde que Cristo encerrou a última refeição pascal com os seus discípulos, até à sua vinda. Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é uma forma especial de «ação de graças», pelo dom inefável de Jesus Cristo, o Redentor de todos os homens.
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Sua importância no Presente: A Santa Ceia expressa a nossa «comunhão» (gr. koinonia) com Cristo e, de nossa participação nos benefícios oriundos da Sua morte sacrificial e ao mesmo tempo expressa a nossa «comunhão» com os demais membros do Corpo de Cristo (1 Cor 10.16,17). A Santa Ceia, a mesa do Senhor Jesus é o lugar onde Cristo, o hospedeiro, se encontra com os remidos, é a mesa onde os dons preciosíssimos são dados e recebidos. É o lugar onde Cristo se identifica com a necessidade humana, a verdadeira necessidade, a necessidade da alma. A Santa Ceia é o símbolo da nossa união com Cristo. É o sinal externo e visível de uma graça interna e invisível. A Santa Ceia é uma festa de «ação de graças» onde rompemos em louvor a Cristo. Lembre-nos que a Mesa é do Senhor Jesus, Ele é quem nos convida a participar deste ato glorioso, foi Ele que se ofereceu e se entregou por nós, o convite é de Cristo, o hospedeiro, nós somos os seus convidados. Que glorioso é saber que Cristo não está ausente, mas presente conosco, de uma forma tão tremenda, que dele participamos, ao comermos do pão e bebermos do suco da videira, os elementos que representam essa comunhão.Sua importância no Futuro: A Santa Ceia é um ato que antevê a volta iminente de Jesus Cristo para arrebatar a Sua Igreja e, um antegozo em podermos participar com Cristo, na Ceia das Bodas do Cordeiro (esta Ceia não é literal, mas figurada, espiritual, mística, pois lá (no reino celestial) não existe nem pão e nem suco de uva, (Luc 22.17,18,30; Apoca19.9)). Uma das expectações de Paulo com relação à vinda de Cristo era a comemoração da Ceia do Senhor Jesus, quando esperançoso ele disse aos coríntios: «Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes o cálice, anunciais a morte do Senhor, até que ele venha» (1 Cor 11.26).
«...anunciais a morte do Senhor, até que ele venha». Cristo foi arrebatado de nós em sua presença física. Mas até mesmo essa sua presença física nos será restaurada. Paulo vivia na expectação diária desse acontecimento, visto que não esperava o grande intervalo daera da Igreja, que já se prolonga por quase vinte séculos. Mediante a adição destas palavras, ele determinou a prática contínua da ordenança da Ceia do Senhor, até à restauração da presença visível do Senhor Jesus. Isso ensina a «perpetuidade» desse rito; e vai de encontro a interpretação dos «hiperdispencionistas», os quais ensinam que o batismo em água e Ceia do Senhor Jesus não tinha por intuito fazer parte das atividades permanentes da era da Igreja, mas antes, que deveriam ser eliminados, como sucedeu a todos os ritos e cerimônias, a fim de que a pura graça reinasse sem quaisquer ordenanças que simbolize a fé cristã. Mateus (o único entre os evangelhos sinópticos) concorda com Paulo sobre o sabor escatológico e profético da Santa Ceia (Mat 26.29; 1 Cor 11.26). Nela não só exibimos a morte do Senhor Jesus, «até que ele venha», mas também pomo-nos a meditar o sobre o tempo em que ele voltará para celebrar a Sua Santa Comunhão com os que lhe pertence, em seu reino glorioso. Cada celebração da Ceia do Senhor Jesus é uma prelibação e antecipação profética do grande banquete de casamento que está sendo preparado para a Igreja.
As bênçãos e a segurança para aqueles que celebram a Santa Ceia O Sacrifício de Jesus Cristo e a Santa Ceia estão inseparavelmente ligados. Consideramos que A Ceia do Senhor Jesus é um a «Festa espiritual em torno do Seu Sacrifício» (1 Cor 10.14-22). «Em memória de mim...» (Luc 22.19; 1 Cor 11.25,26). Visto que o sacrifício de Cristo tem que ser espiritualizado em tantos pontos, a linguagem acerca da Festa em torno de Seu sacrifício é indubitavelmente espiritualizada também, mas não deve ser despida do seu significado. Não participamos de um Cristo meramente físico, mas do Cristo Glorificado, o Deus que se encarnou. O modo pelo qual Cristo se mostra disponível para a nossa participação sobre a terra, hoje em dia, é presumivelmente na qualidade de Espírito Santo (João 14.16,17; 1 Cor 3.16).
Semelhantemente, quando Jesus tomou o pão e o vinho (fruto da vide) e deu aos Seus discípulos, dizendo: «Fazei isto em memória de mim», não estava simplesmente a exortá-los para que mantivessem boa comunhão entre si, mas estava transmitindo um rito mediante o qual podiam mostrar em símbolo a Sua Presença Eterna com a Sua Igreja. Assim é que a Igreja tem aceitado o simbolismo das ordenanças; o Batismo em Água e a Ceia do Senhor Jesus. No pão e no vinho (fruto da vide) o adorador recebe mediante a fé, o verdadeiro Corpo e o Sangue de Cristo. Porque celebrar a Santa Ceia é participar de tudo o que Cristo fez por nós. Nas águas do Batismo simbolicamente significa a identificação da pessoa com Jesus Cristo na Sua morte, sepultamento e ressurreição e também o seu ingresso no Corpo de Cristo, externando que a pessoa é Igreja de Cristo (Rom 6.3-5; Col 2.12). Com essas ações a Igreja simboliza sua fé; mediante disto, as ordenanças não são apenas ilustrações, «mas também canais prescritos para a recepção da graça Divina» Enquanto estamos neste mundo, as ordenanças e os símbolos são necessários. Somente um espírito desencarnado é que pode ignorar estes fatos. O cristianismo é uma religião espiritual e mística, mas, todavia, que tem os seus símbolos, que representam a verdade acerca do Cristianismo. Por isto, ao celebrarmos a Ceia do Senhor Jesus de modo correto e ordeiro, conforme os principio bíblicos, observando todo o estatuto para dela participarmos, podemos assegurar:
A) A Nossa genuína comunhão com Jesus Cristo: Ao participarmos da Santa Ceia estamos garantindo a nossa comunhão com Cristo, a Cabeça da Igreja. Afinal fomos chamados à comunhão com Jesus Cristo e através da Santa Ceia, ao participar-se dela é que nós demonstramos e provamos esta comunhão. A nossa comunhão com Cristo só é assegurada quando participamos do Seu Corpo e do Seu Sangue, quem não participa do Seu Corpo e do Seu Sangue não está em comunhão com Ele e, não tem a Vida Eterna (João 6.53–58). Ao celebrarmos da Santa Ceia, participamos da alegria, da vida, dos sofrimentos e da Glória de Jesus Cristo (2 Cor 1.3-7; 1 Ped 4.12-14). Afinal vivemos e participamos de Cristo (2 Cor 5.15). Cristo não é apenas o organizador da festa; Ele é a própria festa.B) Nossa participação nos benefícios provindos do Sacrifício de Jesus Cristo: Na participação do Corpo e do Sangue de Cristo, demonstramos (tanto internamente como externamente) que seriamente temos aceitado o Sacrifício de Cristo e, que pela fé, assim fazendo, estamos compartilhando de todos os Benefícios oriundos daquEle Santo Sacrifício (Rom 3.24,25; 4.25; 5.6-21; 1 Cor 5.7; 10.16; Efés 1.5,7; 2.13; Cl 1.20; Heb 9-10; 1 Ped 1.18-21; Apoc 1.5). Ver o ponto acima.
C) Nossa comunhão com os demais membros do Corpo de Cristo: Primeiro é preciso termos comunhão com Cristo, a Cabeça do Corpo, mas também se faz necessário em ter comunhão como os demais membros do corpo de Cristo, a Sua Igreja (Atos 2.42: Filip 1.22; Col 1.18; 1 João 1.7). Ao celebrarmos a Santa Ceia de Cristo comprovamos a nossa «unidade espiritual» em Cristo Jesus e, que compartilhamos dos mesmos propósitos, da mesma fé, do mesmo amor, da mesma Palavra, das mesmas promessas, da mesma pureza e da esperança futura com Cristo na Sua Glória (João 17.21; Atos 20.34-38; Rom 12.5,10-20; 1 Cor 10.17; 12.12-27; Gál 3.28; Efés 4.13; 2 Tim 2.3). A Santa Ceia reúne todos os comprometidos com Cristo em torno dEle, pois está Presente conosco. Ninguém pode dizer que está em comunhão com Jesus Cristo e conosco se não participar do Seu Corpo e do Seu Sangue (João 6.53-58).
Ao Celebrarmos a Santa Ceia, estamos assegurando o nosso Arrebatamento para o céu: Alguém pode chegar a pensar que o arrebatamento da Igreja e a Ceia do Senhor Jesus são casos distintos, ou que o arrebatamento independe da celebração da Santa Ceia de Cristo. Todavia, aqueles que não participam da Santa Ceia de Cristo ou participam indignamente, podem estar preparados para o arrebatamento da Igreja de Cristo? a) Como estão preparados se não estão em comunhão com Cristo e com a Sua Igreja! b) Se não estão discernindo o Corpo e o Sangue de Cristo, nos elementos da Santa Ceia! c) Não estão participando dos benefícios oriundos do Sacrifício de Jesus Cristo! d) Se não estão em santificação! Por isso, dissemos com precisão, aqueles que comem o pão e o cálice do Senhor Jesus, conforme o estatuto contido nestes ensinamentos, estão preparados para a qualquer momento serem arrebatados (Sal 24.3-5; Mat 5.8; Col 2.10; Heb 12.14; 1 Cor 11.29). Por conseguinte, a Ceia do Senhor Jesus é o nosso «alimento e bebida espiritual» que satisfaz os anseios da nossa alma, significando participação no Cristo ressuscitado, garantindo-nos a Vida Eterna (João 6.32-32,48-58). Não podemos esquecer, que o simbolismo da Santa Ceia expressa a realidade espiritual e mística, da nossa participação no Sangue e no Corpo de Cristo. Sem essa participação espiritual e mística (contato genuíno), simbolizada pelo pão e pelo suco de uva, não temos qualquer garantia de salvação.
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